A construção civil está evoluindo rapidamente e, com isso, surgem novas formas de minimizar os impactos ambientais. Assim, o conceito de Construção Verde, aliado às diretrizes ESG (Environmental, Social and Governance), vem ganhando cada vez mais espaço no setor. Afinal, além de reduzir desperdícios e emissões, essas práticas aumentam a eficiência energética e agregam valor aos projetos. De acordo com um estudo da World Green Building Council, edifícios sustentáveis podem reduzir o consumo de energia em até 30% e diminuir custos operacionais, tornando-se uma escolha economicamente viável e ambientalmente responsável.
A Construção Verde consiste em desenvolver projetos que utilizam recursos naturais de maneira inteligente. Dessa forma, materiais sustentáveis, eficiência hídrica e energética, além da redução de resíduos, tornam-se prioridades. Por exemplo, o uso de concreto reciclado, tintas ecológicas e painéis solares são algumas soluções amplamente adotadas para tornar as edificações mais sustentáveis. Um exemplo prático dessa abordagem é o projeto Bosco Verticale, em Milão, que combina arquitetura sustentável com painéis solares e vegetação integrada, reduzindo significativamente a pegada de carbono da construção.
A sigla ESG abrange três pilares fundamentais:
Adotar essas práticas, portanto, não somente beneficia o meio ambiente, mas também melhora a reputação das empresas e atrai investidores preocupados com a sustentabilidade.
A construção verde avança lado a lado com a inovação. Nesse sentido, algumas tecnologias já fazem toda a diferença:
Empresas que investem em práticas ESG e em construção verde saem na frente. Um estudo da McKinsey & Company revelou que companhias comprometidas com ESG apresentam um retorno financeiro até 20% maior do que concorrentes que não adotam essas práticas. Além disso, um exemplo de sucesso é o projeto Parque da Cidade, em São Paulo, que implementou medidas sustentáveis e conquistou certificações ambientais de destaque, tornando-se um modelo para futuras construções. Afinal, além de atenderem às novas legislações ambientais, também conquistam clientes e investidores mais conscientes. Ademais, edifícios sustentáveis apresentam menor custo de operação devido à eficiência energética e à durabilidade dos materiais utilizados.
A construção verde deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade. À medida que normas ambientais se tornam mais rígidas e a demanda por práticas sustentáveis cresce, investir em ESG na construção civil não é mais uma opção, mas sim um diferencial competitivo indispensável.
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